A leitura e a escrita para mim se resumem em um sentimento, uma insígnia: liberdade...Quando eu leio ou escrevo, sinto que sou absolutamente livre, embora essa liberdade me custe uma certa angústia, do conceber a ideia até o extravasar da produção. Todos os meus sentimentos e minhas vivências ficam incubados durante algum tempo em meu interior... São amores, lágrimas, guerras, prazeres, ambições, que são sedimentados e acumulados, até que, em dado momento, encontram a vazante: as palavras... Sou tudo aquilo que escrevo e escrevo tudo o que sou... Sem medo... Quando estou em meio a livros sou cúmplice, sou inteira: sou eu...
Sou professora de Língua Portuguesa, ou seja, um álibi para escrever sempre... Por isso acredito que, em sala de aula, nunca devemos deixar de oferecer aos alunos inúmeros escritos, com uma proposta de intervenção que os faça descobrir esse universo textual. Porque estimular é criar condições para que eles se tornem escritores. E assim, quem sabe, se tornem livres.
TATIANA VICENTINA BORGES MESQUITA
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